Os velocímetros dos carros atuais usam sensores que medem pulsos de uma roda dentada, na saída do câmbio ou no eixo de roda, relacionando essa contagem com o tempo, calculando, assim, a velocidade. Essa operação acontece em tempo real. Mas, precisamente, cada cálculo de velocidade leva um décimo de milissegundos. E a conta é feita nos dois sentidos. Ou seja: quando a marcha a ré está indicada, ele calcula como se fosse uma velocidade negativa. O sistema de gerenciamento eletrônico do veículo apresenta ao motorista da forma mais adequada: em km/h, milhas/h. “Na grande maioria das vezes indicando como valor positivo inclusive para a marcha a ré”, esclarece o engenheiro Erwin Franiek, presidente do Instituto SAE4Mobility.