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BYD Dolphin G faz 28 km/l e chega em 2027 com motor híbrido plug-in flex evoluído

Hatch estreia sistema DM 5.0 na Europa com promessa de rodar mais de 1.040 km, mas chega ao Brasil em 2027 já com motorização flex

Por Henrique Rodriguez Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 jun 2026, 09h50 | Atualizado em 18 jun 2026, 09h52
Carro laranja elétrico BYD Dolphin, visto de traseira e lateral, com rodas pretas e teto escuro, sob céu azul claro
 (Divulgação/BYD)
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BYD Dolphin G faz 28 km/l e chega em 2027 com motor híbrido plug-in flex evoluído Priorizar nos meus resultados Google

A BYD apresentou na Europa o BYD Dolphin G DM-i, hatch compacto que marca a estreia da quinta geração do sistema híbrido plug-in da marca. Completamente diferente das versões elétricas, o hatch híbrido plug-in foi desenvolvido para ser vendido exclusivamente fora da China será lançado no Brasil em 2027 já com motor flex.

O sobrenome “G” é de “Genius”. O Dolphin G é o responsável pela estreia da quinta geração do sistema híbrido plug-in, o DM 5.0. A nova mecânica foca no ganho de eficiência do motor a combustão e na integração eletrônica dos seus componentes elétricos para entregar até 1.040 km de autonomia combinada.

Os sistemas DM (sigla que vem de “dual mode”, “dois modos” em tradução literal) prioriza a tração do motor elétrico, deixando o motor a combustão como um suporte para gerar energia na maior parte do tempo. Isso minimiza a hesitação em acelerações e garante que a bateria seja consumida nas faixas ideais de eficiência.

Carro BYD Dolphin Mini laranja com teto preto, visto de perfil em um estúdio com fundo azul claro e chão cinza, sem reflexos
(Divulgação/BYD)

Presente na maioria dos carros híbridos da BYD, o motor 1.5 16V aspirado foi atualizado e passa a trabalhar com uma alta taxa de compressão (16:1) e recebeu um sistema de refrigeração duplo e bomba de óleo variável. O motor não ficou mais potente (entrega 95 cv e 12,2 kgfm de torque), mas está mais eficiente. Seu motor elétrico assume a carga principal com 163 cv e 21,4 kgfm.

O conjunto entrega a potência combinada de 176 cv nas versões de entrada, mas pode chegar a 212 cv quando com bateria mais robusta. Independente da potência, o Dolpgin G acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 s. A velocidade máxima é de 180 km/h.

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Carro híbrido com carroceria translúcida, mostrando o motor a combustão na frente e a bateria com fiação laranja na parte inferior, conectando-se às rodas traseiras
Sistema híbrido DM 5.0 (Divulgação/BYD)

Outros avanços no conjunto mecânico também beneficiam a autonomia elétrica. A fabricante reestruturou o gerenciamento de temperatura para seus híbridos. O sistema adota uma arquitetura de resfriamento direto da bateria e controle inteligente do ambiente da cabine. Na prática, a solução reduz o desperdício de energia tanto no frio rigoroso quanto no calor, aliviando o consumo das baterias.

Por fim, o DM 5.0 tem eletrônica e componentes elétricos otimizados, com os três controladores do conjunto mecânico integrados em uma única peça, o que proporciona maior desempenho de processamento e transmissões de comandos para o carro.

Traseira e lateral de um carro elétrico laranja sendo carregado, com o cabo conectado à porta de carregamento acima da roda traseira, contra um céu azul
(Divulgação/BYD)
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Quando desembarcar no mercado brasileiro em 2027, o BYD Dolphin G poderá se tornar o pioneiro na união do sistema DM 5.0 com o uso do etanol, ficando um passo à frente do conjunto presente no Atto 2 híbrido plug-in flex – que só começa a ser vendido em setembro. O hatch deve se posicionar como a ponte entre os elétricos de acesso e a família de utilitários da marca, uma faixa de preço onde terá pela frente os novos híbridos-leve de Volkswagen e Stellantis.

Baterias e eficiência declarada

O consumidor europeu terá duas configurações de bateria Blade disponíveis. As versões de entrada utilizam uma unidade de 7,42 kWh, que viabiliza cerca de 40 km de condução puramente elétrica (WLTP), mas tem potência de recarga limitada a 3,3 kWh (AC). Já os catálogos mais caros recebem um acumulador de 18,3 kWh, elevando o alcance sem uso de gasolina para 104 km e aceita recarga a 6,6 kWh (AC) ou 39 kWh (DC). Se uma bateria precisa de 3h para passar de 15 a 100%, a outra precisa de 26 minutos para repor de 10 a 80% da carga.

Interior de um carro moderno com bancos cinza e detalhes laranja, volante multifuncional e uma tela central exibindo uma paisagem. O painel é minimalista, com saídas de ar discretas e iluminação ambiente laranja. O para-brisa mostra um céu claro, e os retrovisores externos são visíveis pelas janelas laterais.
(Divulgação/BYD)

O consumo também varia de acordo com as versões. Aqueles com bateria menor são mais leves e conseguem consumo combinado de até 27,9 km/l (WLTP). As versões mais completas e com bateria maior têm consumo combinado de 26,6 km/l.

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Compacto com espaço interno de médio

Interior de um carro moderno com volante preto e logo BYD, painel digital exibindo informações de velocidade e um carro na estrada, e uma tela multimídia vertical à direita com paisagem de montanhas e árvores amarelas
(Divulgação/BYD)

O BYD Dolphin G DM-i precisou crescer para convencer como carro familiar na Europa. Tem 4,16 m de comprimento, com um entre-eixos de 2,61 m e 1,82 m de largura (sem espelhos). O entre-eixos próximo dos hatches médios e o porta-malas de 425 litros serão bons argumentos para o carro.

Interior de um carro com bancos traseiros em couro preto e detalhes em laranja vibrante, incluindo costuras e faixas laterais. O teto solar panorâmico e a janela lateral revelam um céu azul claro. O cinto de segurança cinza está visível no banco esquerdo
(Divulgação/BYD)
Interior de um carro moderno com bancos esportivos pretos e detalhes em laranja, incluindo o logo G nos encostos de cabeça. O painel possui uma tela multimídia inclinada e uma faixa de luz ambiente azul, com teto solar panorâmico visível
(Divulgação/BYD)
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Há, no entanto, uma característica típica de carros compactos: a suspensão traseira é por eixo de torção, como nas versões mais acessíveis do Dolphin EV. O Dolphin Plus e o Dolphin SE, no entanto, têm suspensão traseira independente multibraços.

A lista de equipamentos traz a conhecida tela central de 12,8 polegadas, mas a novidade é a integração nativa com o sistema Google para mapas e assistente de voz. O pacote tecnológico também agrega câmeras de visão 360 graus, bancos e volante com aquecimento, além da função V2L, que permite usar a bateria do carro para alimentar equipamentos elétricos externos.

Porta-malas de um carro laranja aberto, com duas malas cinzas empilhadas e uma bolsa de viagem marrom ao lado. A placa preta do carro exibe BYD DOLPHIN G DM-i em branco
(Divulgação/BYD)

O pacote de assistência à condução, presente nas versões mais completas, ainda integra controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e sistema de manutenção em faixa. As versões mais completas ainda têm teto panorâmico com cortina, ajuste elétrico e o apoio lombar ajustável eletricamente no banco do motorista e rodas aro 18″.

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Estádio de futebol lotado com bandeira do Brasil ao fundo e uma bola no gramado. À direita, capas de revistas Veja, Super, Viagem e Quatro Rodas, com um carro vermelho em destaque. Um ícone de árvore branca aparece no canto superior direitoTorcedor de costas, vestindo camisa amarela, comemora com os braços erguidos em um estádio de futebol lotado, sob um céu verde-azulado. Uma bola de futebol com a bandeira do Brasil está no campo. À direita, um fundo verde escuro com um pequeno ícone de árvore branca.
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